As duas mapeiam rins, ureteres e bexiga, mas por caminhos diferentes: a urotomografia usa raio-x com contraste iodado e é a preferida na investigação de pedra e sangue na urina; a urorressonância usa campo magnético, sem radiação, indicada quando é preciso evitar raio-x ou contraste iodado. Quem escolhe é o médico, conforme o caso. A DCS realiza os dois protocolos em Birigui.
Atualizado em 24/07/2026 · informações confirmadas com a clínica
Se o seu médico pediu um exame “uro” e você ficou na dúvida do que é, respira: os dois exames servem pra mesma missão (mapear rins, ureteres e bexiga por inteiro), mas usam tecnologias diferentes, e cada um brilha numa situação.
Urotomografia (uroTC): é uma tomografia computadorizada com protocolo dedicado ao trato urinário. Rápida, excelente pra pedra nos rins e investigação de sangue na urina. Usa raio-x em dose controlada e, na maioria dos casos, contraste iodado na veia.
Urorressonância (uroRM): é a ressonância magnética com protocolo urinário. Não usa radiação nenhuma, e o contraste (quando necessário) é o gadolínio, diferente do iodo. Entra em cena quando o raio-x ou o iodo precisam ser evitados, ou quando o médico quer mais detalhe de tecidos moles.
Na prática: quem define é o médico que conhece o seu caso. O que importa saber é que os dois protocolos existem na região, na DCS de Birigui, com laudo assinado por radiologista especialista seguindo as diretrizes do Colégio Brasileiro de Radiologia. Você não precisa viajar pra capital por causa de um exame “uro”.
É a tomografia dedicada ao trato urinário: rins, ureteres e bexiga. É o exame de escolha na investigação de cálculo (pedra) e de sangue na urina (hematúria), seguindo as diretrizes do Colégio Brasileiro de Radiologia. Usa contraste iodado na maioria dos protocolos.
Quando é preciso enxergar o trato urinário SEM radiação ou sem contraste iodado: gestantes (com avaliação médica), pessoas com alergia ao iodo ou com função renal comprometida, e casos que pedem mais detalhe de tecidos moles. Usa campo magnético e, quando necessário, contraste de gadolínio.
Nenhum é 'melhor' em tudo: são ferramentas diferentes. Pedra e urgência costumam pedir tomografia (mais rápida); situações que exigem evitar radiação ou iodo pendem pra ressonância. A escolha é do seu médico, e o laudo dos dois, na DCS, é assinado por radiologista especialista.
Em geral sim: jejum de algumas horas e, conforme o protocolo, avaliação da função renal (creatinina) antes do contraste. O preparo exato do seu exame é confirmado no agendamento pelo WhatsApp (18) 3303-2489.
Conteúdo informativo produzido pela equipe da DCS Diagnósticos por Imagem com base em diretrizes de sociedades médicas brasileiras. Não substitui consulta: a indicação e a interpretação de exames são sempre do seu médico.